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Nevo

 

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Tumores das pálpebras

Tumores Benignos:   Nevo

   São aglomerados ou ninhos de células pigmentadas. Podem ser congénitos ou adquiridos. Mais frequentes no bordo palpebral.

   Os nevos adquiridos surgem na infância e localizam-se junto à membrana basal do epitélio (formando o nevo de junção, normalmente uma lesão plana, bem delimitada e de cor castanho uniforme). Gradualmente este nevo de junção migra para a derme adjacente na adolescência, formando o nevo composto (com componente intra-epitelial e componente intradérmico, formando normalmente uma lesão elevada e de cor acastanhada). Na idade adulta, são totalmente intradérmicos, formando o nevo dérmico (lesão elevada, de pigmentação variável).

    AO contrário das lesões malignas, os nevos não provocam madarose, mas frequentemente provocam desalinhamento dos cílios.

 

    Pequeno nevo do bordo da pálpebra numa mulher de 74 anos, que se mantém inalterado passados 4 anos.

 

  Pequeno nevo do bordo da pálpebra numa mulher de 48 anos.

 

    Pequeno nevo do bordo da pálpebra numa menina de 12 anos, que se mantém inalterado passados 2 anos.

 

    Pequeno nevo melanocítico dérmico do bordo da pálpebra numa mulher de 86 anos.

 

 

    Nevo do bordo palpebral, de um homem de 19 anos, que mantém as dimensões e as características passados 7 anos.

 

    Nevo melanocítico dérmico de uma mulher de 57 anos.

 

    Nevo intradérmico papilomatoso sobre o ponto lacrimal de uma mulher de 68 anos

 

    Nevo do bordo palpebral, de uma mulher de 40 anos, que mantém as dimensões e as características após 2 anos.

 

 

    Nevo combinado (nevo melanocítico intradérmico e nevo azul) do bordo da pálpebra de uma mulher de 48 anos, antes e 3 semanas após a excisão.

 

    Nevo intradérmico do bordo da pálpebra de um homem de 57 anos.

 

    Nevo do bordo da pálpebra de um homem de 35 anos.

 

    Nevo melanocítico juncional do bordo da pálpebra de uma mulher de 57 anos, antes e 2 anos após a excisão.

 

 

    Nevo melanocítico dérmico pouco pigmentado do bordo da pálpebra de uma doente de 31 anos.

 

    Nevo melanocítico dérmico, papilomatoso, sobre o ponto lacrimal superior de uma mulher de 54 anos.

 

    Nevo melanocítico intradérmico papilomatoso, do bordo da pálpebra de um homem de 43 anos.

 

 

    Nevo melanocítico intradérmico adjacente ao ponto lacrimal de um homem de 64 anos, antes e 2 semanas após excisão.

 

 

    Nevo melanocítico dérmico do bordo da pálpebra de uma mulher de 72 anos, antes e 3 meses após excisão.

 

    Nevo melanocítico intradérmico do bordo da pálpebra de uma mulher de 51 anos.

 

    Nevo melanocítico intradérmico do bordo da pálpebra de uma mulher de 74 anos.

 

 

    Nevo intradérmico de limites mal definidos do bordo da pálpebra de uma mulher de 49 anos, antes e 2 meses depois da excisão.

 

 

 

    Nevo congénito melanocítico intradérmico da pálpebra superior e pálpebra inferior (kissing nevus, ou nevo de panda) de uma mulher de 65 anos, antes e 5 anos após excisão.

 

    Nevo congénito melanocítico intradérmico da pálpebra superior e pálpebra inferior (kissing nevus, ou nevo de panda) de uma mulher de 59 anos.

 

    Nevo congénito da pálpebra superior e pálpebra inferor (kissing nevus, ou nevo de panda) de uma mulher de 15 anos.

 

    Nevo congénito melanocítico composto da pálpebra superior e pálpebra inferor (kissing nevus, ou nevo de panda) de uma mulher de 81 anos, antes e após 5 anos de biópsia incisional.

 

 

    Nevo epidérmico verrucoso da pálpebra inferior de um homem de 42 anos, antes e 2 anos após excisão.

 

    Nevo do bordo da pálpebra de um homem de 61 anos.

 

    Nevo melanocítico intradérmico do bordo da pálpebra de uma mulher de 76 anos, antes e 3 anos após excisão.

 

    Nevo melanocítico de tipo congénito do bordo da pálpebra de uma mulher de 26 anos, antes e 7 meses depois da excisão.

 

 

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