Oncologia,

Grupo de  Órbita e

                  Oculoplástica

Papiloma

 

Oncologia

Tumores da conjuntiva  

Tumores Benignos Papiloma   

   Há duas formas de apresentação: na criança e no adulto.

   Na criança e adulto jovem, resultam normalmente da infecção da conjuntiva pelo vírus do papiloma humano. Podem ser solitários ou múltiplos chegando a confluir, podendo ser bilaterais, no fórnix ou conjuntiva bulbar (por vezes na conjuntiva palpebral), normalmente pequenos, benignos e auto limitados no tempo.

   No adulto, normalmente no limbo, mas espalhando-se pela conjuntiva e córnea, unilateral e solitário, mas com crescimento constante, podendo adquirir grandes dimensões.

 

   Se não excisados na totalidade, podem recidivar. Podem também ser tratados com crioterapia ou LASERterapia.

 

 

   

 

 

 

 

 

   Papiloma malpighiano da carúncula.

 

 

 

 

 

 

   Papiloma escamoso

 

   Papiloma escamoso

 

 

   Papiloma sécil do limbo

 

   Papilomas da conjuntiva tarsal superior, num sindroma de pálpebra laxa.

 

   Papilomatose viral multicêntrica da conjuntiva

 

 

 

 

 

 

Video

 

ATENÇÃO: Os videos apresentados são feitos para oftalmologistas.

Podem conter imagens chocantes para o público em geral.

 

● Tratamento de papilomas conjuntivais com LASER de CO2:

    A propósito de dois casos clínicos

João Cabral, P. Santos Kaku, Fernando Vaz, Isabel Prieto, F. E. Esperancinha

Resumo:

O papilomavirus humano (HPV) apresenta uma elevada prevalência, mas raramente se localiza a nível conjuntival. Estão identificados pelo menos 63 subtipos deste vírus, dos quais alguns apresentam maior probabilidade para provocar lesões em locais particulares.

A reseccção de papilomas conjuntivais pode revelar-se difícil, não só por estes serem frequentemente múltiplos mas também por apresentarem uma elevada taxa de recidivas. Para além disso, existe a possibilidade de disseminação do microrganismo quando se opta por excisar as lesões recorrendo ao bisturi.

Os autores apresentam dois casos de papilomatose conjuntival tratada com laser de dióxido de carbono, discutindo os benefícios desta abordagem terapêutica, entre os quais se inclui uma resecção facilitada pela ausência de hemorragia no campo operatório e redução da possibilidade de disseminação lesional na conjuntiva.

   Apresentado:

   ► 2ª Reunião da Sociedade Interdisciplinar de Laser Médico – SPILM

         Reunião Anual do Instituto Gama Pinto, em Cascais, Março de 2001,

   ► no XLIV Congresso Português de Oftalmologia

        no Porto, Novembro-Dezembro de 2001

Trabalho publicado

Tratamento de papilomas conjuntivais com LASER de CO2:

    A propósito de dois casos clínicos

        P. Santos Kaku, João Cabral, Fernando Vaz, José Henriques, Isabel Prieto, F. E. Esperancinha

    Publicado:

    ► na Revista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,     Artigo em PDF

         Vol. XXVI, n 2, pág 1-6, Abril-Junho de 2002,

    ► na Lasernews – edição da Sociedade Interdisciplinar de Laser Médico – SPILM.

 

 

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