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ATENÇÃO: Os videos apresentados são feitos para oftalmologistas.

Podem conter imagens chocantes para o público em geral.

 

Um Velho Corante Para Uma Nova Técnica

Isabel Prieto, João Cabral, José Roque

   Apresentado:

   ► no XLII Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

       em Lisboa, Dezembro de 1999.

   ► no Festival Internacional do Filme Médico e Científico – Filmóbidos,

       em Óbidos, Maio de 1999.

  

O Tubarão Branco: Uma Nova Arma

Isabel Prieto,  João Cabral,  José Roque,  F. Esteves Esperancinha

   Apresentado no XL Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

   em Coimbra, Novembro de 1997.

 

An Old Colorant For a New Technique: Capsular Staining With Gentian Violet

Prieto I,  Cabral J,  Roque J,  Esperancinha F E

   Apresentado:

   ► no XVIth Congress of the European Society of Cataract and Refractive Surgeons,

       em Nice,  Setembro de 1998, onde foi vencedor do 3º lugar na competição de video (Innovative).

   ► no XLI Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

       em Aveiro, Novembro de 1998,

       onde venceu o prémio para o melhor vídeo.

 Este vídeo faz parte da ESCRS (European Society of Cataract and Refractive Surgeons) Video Library

 

● About Artificial Iris in Cataract Surgery

Prieto I,  Cabral J,  Roque J,  Esperancinha FE

   Apresentado:

   ► no XVIth Congress of the European Society of Cataract and Refractive Surgeons,

       em Nice,  Setembro de 1998.

   ► no XLI Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

       em Aveiro, Novembro de 1998.

   ► no Festival Internacional do Filme Médico e Científico – Filmóbidos,

       em Óbidos, Maio de 1999.

   ► no XLII Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

       em Lisboa, Dezembro de 1999.

Este vídeo faz parte da ESCRS (European Society of Cataract and Refractive Surgeons) Video Library

  

● “Piggyback” Implantes (Polipseudofaquia): Técnica e Surpresas!

Isabel Prieto,  João Cabral, Cristina Vendrell, Nuno Campos

   Apresentado no XLII Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

   em Lisboa, Dezembro de 1999.

 

Two Rings For One Bag

Prieto I., Cabral J., Kaku P., Esperancinha F. E.

   Apresentado:

   ► no XLII Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,

       em Lisboa, Dezembro de 1999.

   ► no Video Cataratta ’99,

       em Milão, Outubro de 1999.

Este vídeo faz parte:

    - da ESCRS (European Society of Cataract and Refractive Surgeons) Video Library

    - do Video Journal of Cataract and Refractive Surgery.

  

United Colors of Cataract

Prieto I., Cabral J., Kaku P., Esperancinha F. E.

   Apresentado:

   ► no Film Festival da American Society of Cataract and Refractive Surgeons (ASCRS),

       em Boston, Maio de 2000,

   ► no XLIII Congresso Português de Oftalmologia

       em Vilamoura, Novembro-Dezembro de 2000,

       onde recebeu uma Menção Honrosa.

 

● Há dias em que não se pode sair de casa

Isabel Prieto, João Cabral, A Souza e Silva, P. Santos Kaku, F. E. Esperancinha

   Apresentado no XLIII Congresso Português de Oftalmologia

   em Vilamoura, Novembro-Dezembro de 2000.

  

● Tratamento de papilomas conjuntivais com LASER de CO2:

    A propósito de dois casos clínicos

João Cabral, P. Santos Kaku, Fernando Vaz, Isabel Prieto, F. E. Esperancinha

Resumo:

O papilomavirus humano (HPV) apresenta uma elevada prevalência, mas raramente se localiza a nível conjuntival. Estão identificados pelo menos 63 subtipos deste vírus, dos quais alguns apresentam maior probabilidade para provocar lesões em locais particulares.

A reseccção de papilomas conjuntivais pode revelar-se difícil, não só por estes serem frequentemente múltiplos mas também por apresentarem uma elevada taxa de recidivas. Para além disso, existe a possibilidade de disseminação do microrganismo quando se opta por excisar as lesões recorrendo ao bisturi.

Os autores apresentam dois casos de papilomatose conjuntival tratada com laser de dióxido de carbono, discutindo os benefícios desta abordagem terapêutica, entre os quais se inclui uma resecção facilitada pela ausência de hemorragia no campo operatório e redução da possibilidade de disseminação lesional na conjuntiva.

   Apresentado:

   ► 2ª Reunião da Sociedade Interdisciplinar de Laser Médico – SPILM

         Reunião Anual do Instituto Gama Pinto, em Cascais, Março de 2001,

   ► no XLIV Congresso Português de Oftalmologia

        no Porto, Novembro-Dezembro de 2001

    Publicado na Revista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia,     Artigo em PDF

        Vol. XXVI, n 2, pág 1-6, Abril-Junho de 2002.

 

Iris tumor with subluxated cataract: Making options before and during surgery

Prieto I., Cabral J., Kaku P., Esperancinha F. E.

Abstract:

Purpose: Video shows a case of a volumous nonpigmented round iris tumor  inducing a lens subluxation and cataract in a 26 year old male.

Methods: The therapeutic plan was, in a first approach, to surgically remove the tumor and, on a later procedure, to remove the cataract. However, intra-operativelly and upon the tumor removal, we were faced with a possible anterior capsule break, and decided to proceed to cataract removal.

In this particular case of tumor-induced cataract, between others, we applied, in the same procedure, a) iris retractors; b) capsular staining technique; c) modified capsulorhexis; d) intracapsular tension ring; e) foldable IOL; and f) iridoplasty.

Results: In this rare case of tumor-induced cataract, we overcame most of the difficulties described in the anterior segment surgery in one single procedure. So, in these situations, we must take decisions that, although they may be not the best, are the possible ones.

   Apresentado:

   ► no Video Symposium on Challenging Cases do XIXth Congress

        of the European Society of Cataract and Refractive Surgeons (ESCRS)

        em Amsterdão, Setembro de 2001,

        onde foi vencedor do 1º lugar na competição de video (Special cases).

   ► na Reunião da Cirurgia Implanto-Refractiva de Portugal – CIRP 2001

        em Viana do Castelo, Outubro de 2001.

   ► no XLIV Congresso Português de Oftalmologia

        no Porto, Novembro-Dezembro de 2001.

 

Prolapsos da úvea

João Cabral, Isabel Prieto, Ana Souza e Silva, Paulo Kaku, F. E. Esperancinha

Resumo:

Objectivos: Descrever o tratamento cirúrgico do prolapso transescleral espontâneo da úvea, bem como o diagnóstico diferencial das lesões pigmentadas sub-conjuntivais.

    Material e métodos: Foi realizada a excisão de dois prolapsos transesclerais da úvea, de aparecimento espontâneo, em doente sem patologia sistémica conhecida, seguida de aplicação de reforço da esclerótica com enxerto de dura-mater liofilizada.

Resultados: É ilustrado o resultado obtido ao fim de dois anos de seguimento, com boa integração do enxerto nos tecidos adjacentes.

Conclusões: Perante uma lesão pigmentada sub-conjuntival há que actuar com brevidade, a fim de realizar o diagnóstico o mais precocemente possível. Se se tratar de um prolapso da úvea, pode haver vantagem em diferir a sua correcção cirúrgica.

   Apresentado:

   ► no XLV Congresso Português de Oftalmologia

       no Funchal, Novembro de 2002.

   ► no XLVII Congresso Português de Oftalmologia

       em Viseu, Dezembro de 2004.

   ► no XLVIIICongresso Português de Oftalmologia

       em Cascais, Dezembro de 2004,

       onde foi vencedor do Prémio SPO – Melhor vídeo.

  

Implante de Allen: Técnica e resultados

João Cabral, Isabel Prieto, Paulo Kaku, Fernando Vaz, João Rodrigues, F. E. Esperancinha

Resumo:

     Objectivos: Descrever a técnica de colocação de implante de Allen, os cuidados a ter e as possíveis complicações.

Material e métodos: Foram colocados doze implantes de Allen em doentes enucleados por tumores intra-oculares (melanoma e retinoblastoma) ou phthisis bulbi dolorosa.

Resultados: São descritos e ilustrados os resultados obtidos, quanto ao aspecto anatómico e de motilidade.

Conclusões: Apesar de se terem vindo a propor novos tipos de implante (integrados ou não), o clássico implante de Allen continua a ser uma solução actual, de fácil aplicação, com poucas complicações, e de resultados satisfatórios.

   Apresentado:

   ► no XLV Congresso Português de Oftalmologia

       no Funchal, Novembro de 2002,

       onde foi vencedor do Prémio SPO – Melhor vídeo.

   ► no XLVII Congresso Português de Oftalmologia

       em Viseu, Dezembro de 2004.

  

The Lord of the Rings – The Fellowship of the Capsular Tension Ring

            I. Prieto, J. Cabral, A. Souza e Silva, P. Kaku, F. E. Esperancinha

Resumo:

     Objectivo: Os anéis de tensão capsular modificados com ganchos de fixação escleral (ou anéis de Cionni) são os anéis mais indicados e também cada vez mais utilizados na cirurgia de pequena incisão de grandes subluxações do cristalino. Os autores apresentam vários tipos de abordagem cirúrgica para a colocação deste tipo de anéis, apresentam as dificuldades intra-operatórias e descrevem as novas complicações pós-operatórias criadas por esta técnica cirúrgica.

Material e métodos: Os autores apresentam 5 casos de subluxaçào do cristalino, nos quais utilizaram várias abordagens cirúrgicas, com base na colocação de anel de tensão capsular com fixação escleral, possibilitando a facoemulsificação e a introdução de lente intraocular através de pequena incisão. Mostram as dificuldades intra-operatórias, nomeadamente a execução da capsulorréxis modificada necessária neste tipo de casos, bem como as técnicas de fixação escleral. Os autores mostram ainda complicações pós-operatórias, como por exemplo, opacificação da cápsula posterior e capsulotomia posterior, e a subluxação da LIO quando esta não se encontra correctamente colocada no saco capsular.

Resultados: Apesar das dificuldades inerentes a esta técnica cirúrgica e do reconhecimento da criação de possíveis novas complicações, continuamos a pensar que a conservação do saco capsular deve ser a base da atitude cirúrgica na resolução deste tipo de casos, que os bons resultados anatómicos e funcionais obtidos confirmam.

   Apresentado:

   ► no Film Festival da American Society of Cataract and Refractive Surgeons (ASCRS),

       em San Francisco, Abril de 2003,

       onde foi vencedor do 2º lugar (runner-up) na competição de video (Cataract complications).

   ► no XLVI Congresso Português de Oftalmologia,

       em Vilamoura, Dezembro de 2003.

   ► na Video Library do XXIIth Congress of the European Society

       of Cataract and Refractive Surgeons (ESCRS)

       em Paris, Setembro de 2004.

   ► no XIV Videomed 2004 - Certamen Internacional de Cine Médico, Salud y Telemedicina,

       em Badajoz, Novembro de 2004,

       onde foi vencedor do 2º lugar.

   ► no III Congreso ALACCSA del Cono Sur,

       em Buenos Aires, Setembro de 2006.

 

● Olha Quisto!

João Cabral,  Isabel Prieto,  Ana Souza e Silva, Paulo Kaku, Mara Ferreira, F. Esperancinha 

Resumo:

Perante um inadequado encerramento de uma ferida perfurante do globo ocular (como é o caso de uma ferida operatória), podem-se dar as condições para a inoculação intra-ocular de epitélio corneano, quando este migra para dentro dos bordos da ferida. Se este epitélio chega à câmara anterior, pode espalhar-se em toalha sobre o endotélio, na íris ou no corpo vítreo. Pode formar um quisto livre flutuante, ou implantado na íris pode formar quistos de inclusão epitelial (incorrectamente denominados quistos de inclusão da íris). As três maiores causas de inclusão epitelial descritas na literatura são a cirurgia de catarata (pincipalmente a de grande incisão), as feridas penetrantes, e a queratoplastia.

Estes quistos tendem a aumentar progressivamente e muitas vezes obriga a técnicas agressivas para evitar a perda do globo ocular.

Os autores apresentam um caso de um quisto de inclusão epitelial de grandes dimensões, localizado inicialmente no ângulo, que se manifestou 18 meses após cirurgia de extracção extra­capsular de catarata, aparentemente não complicada.

São ilustrados os vários passos efectuados, desde a sua resolução temporária com LASER de YAG, até à sua excisão em bloco, preservando ao máximo as restantes estruturas oculares.

   Apresentado no XLVI Congresso Português de Oftalmologia

   em Vilamoura, Dezembro de 2003.

   

Cirurgia dos tumores palpebrais

João Cabral, Paulo Kaku, Fernando Vaz,  Mara Ferreira,

M. Cristina Ferreira, J. A. Laranjeira, José Rosa Almeida

Resumo:

O tratamento cirúrgico dos tumores palpebrais pode ser simples ou muito complexo. Implica um conhecimento da anatomia da pálpebra e das estruturas vizinhas e necessariamente exige experiência em lidar com tecidos tumorais, sem esquecer os princípios básicos da reconstrução cosmética.

Antes de propor qualquer tratamento, temos de ter um diagnóstico pré-operatório o mais correcto possível, para assim propormos o tratamento mais indicado. Se necessário, podemos recorrer à citologia aspirativa ou à biópsia incisional.

Neste trabalho, os autores apresentam a resolução cirúrgica de variados tumores palpebrais:

A) Uns em que foi possível um tratamento cirúrgico chamado simples, pois não envolve grandes meios técnicos e pensamos ser acessível a todos os oftalmologistas. É especialmente descrita e ilustrada em vídeo a técnica de excisão em bloco da espessura da pálpebra inferior e encerramento topo a topo, com ou sem relaxamento do ligamento palpebral. São também mostrados os resultados desta técnica em 10 casos de carcinomas baso-celulares.

B) Outros em que foi realizado um tratamento cirúrgico não muito simples, pois, apesar de não envolver grandes meios técnicos, exige conhecimentos da anatomia facial para a realização de retalhos locais, de avanço ou de rotação, para a reconstrução palpebral. É especialmente descrita a técnica de excisão em bloco da espessura da pálpebra superior e encerramento com retalho de avanço lateral. São também mostrados os resultados desta técnica em 4 casos de carcinomas invasivos.

   Apresentado no XLVI Congresso Português de Oftalmologia

   em Vilamoura, Dezembro de 2003.

   

● Fractura do pavimento da órbita na criança

João Cabral,  Paulo Kaku,  Mara Ferreira,  Nuno Amaral,  Sara Pinto, F. Esperancinha

Resumo:

Pela calcificação ainda incompleta dos ossos na criança, as fracturas em blow-out do pavimento da órbita nesta idade levantam problemas que normalmente não se encontram nas fracturas do adulto. Assim, podemos encontrar nas crianças fracturas com encarceramento (em trap-door), com as consequentes limitações da motilidade ocular activa e nos testes de ducção forçada, ao contrário das fracturas sem encarceramento (em open-door) características do adulto.

Os autores apresentam um caso de uma fractura do pavimento da órbita de uma criança de 5 anos, a técnica cirúrgica utilizada na sua reparação, bem como as dificuldades encontradas e os modos de as ultrapassar.

   Apresentado:

   ► no XLVI Congresso Português de Oftalmologia

        em Vilamoura, Dezembro de 2003,

        onde foi vencedor do Prémio SPO – Melhor vídeo;

   ► Curso EUPO – Estrabismos inconcomitantes

        em Lisboa, Outubro de 2004.

   

Big subluxation of lens in young children: our big bad wolf.

            I. Prieto, J. Cabral, A. Souza e Silva, M. Ferreira, B. Feijóo, F. E. Esperancinha  

Abstract:

Several procedures are described to approach the great subluxation of lens in children, as there are different happy ending stories with the big bad wolf. We show the difficulties and different surgical approaches in two young children, with Marfan syndrome.

We tried to preserve the capsular bag to implant an intraocular foldable lens. Different types of capsular tension rings and segment were applied, followed by primary posterior capsulotomy and anterior vitrectomy, a dangerous step in this setting.

The good results obtained, lead us to believe that this attempt may also be another way to “catch” this big bad wolf.

   Apresentado:

   ► no Video Symposium on Challenging Cases

        do XXIIth Congress of the European Society of Cataract and Refractive Surgeons (ESCRS)

        Paris, Setembro de 2004,

        onde foi vencedor do 1º lugar na competição de video (Special cases).

   ► no XLVII Congresso Português de Oftalmologia,

        em Viseu, Dezembro de 2004.

   

Lesões pigmentadas da íris: o que fazer

            João Cabral, Mara Ferreira, Bernardo Feijóo, Isabel Prieto, F. Esperancinha

Resumo:

Introdução: Quando nos deparamos com uma lesão pigmentada da íris, a principal atitude a tomar é fazer o diagnóstico diferencial entre lesão benigna e lesão maligna, pois a nossa actuação vai ser muito diferente.

Objectivos: Este vídeo pretende ilustrar diferentes lesões pigmentadas da íris, os meios empregues para o seu diagnóstico diferencial, bem como o resultado de alguns procedimentos cirúrgicos.

Material e métodos: Vários doentes com lesões pigmentadas da íris, desde as simples efélides, os múltiplos nevos, até vários melanomas da íris, bem como outras lesões pigmentadas que simulam o melanoma da íris.

Resultados e conclusões: Apesar da grande maioria das lesões pigmentadas da íris serem benignas, temos de as vigiar com regularidade, pois podem transformar-se em malignas. Sempre que se tratam de lesões mais suspeitas a vigilância deve ser mais apertada, e quando parece não haver dúvida de se tratar de uma lesão maligna, deve proceder-se ao tratamento o mais cedo possível.

   Apresentado:

   ► no XLVII Congresso Português de Oftalmologia,

        em Viseu, Dezembro de 2004,

        onde foi vencedor do Prémio SPO – Melhor vídeo.

   ► no XLVIII Congresso Português de Oftalmologia,

        em Cascais, Dezembro de 2005,

   ► no Congresso Mundial de Oftalmologia,

        em S. Paulo, Janeiro de 2006.

  

Lesões pigmentadas da íris: uma maneira de operar

João Cabral,  Isabel Prieto,  Filomena Ribeiro,  Mara Ferreira, Bernardo Feijóo, F. Esperancinha

Resumo:

Introdução: Até provar o contrário, uma lesão pigmentada da íris é sempre suspeita. Daí que tenhamos que ter atitudes talvez mais agressivas, para proceder ao seu diagnóstico definitivo e tratamento, se necessário.

Objectivos: Ilustrar a remoção de uma lesão pigmentada da íris, através de iridectomia sectorial.

Material e métodos: Homem de 39 anos de idade com lesão pigmentada no quadrante inferior da íris OD, desde há longa data, mas que refere crescimento recente, e em que foi proposta a remoção cirúrgica através de iridectomia sectorial seguida de iridoplastia, tudo realizado por pequena incisão.

Resultados e conclusões: Nem sempre o que parece é: corremos sempre o risco de ser agressivos de mais para as lesões benignas, ou deixar avançar lesões malignas pensando que não o são. Neste caso optámos pela primeira atitude, e obtivemos bons resultados estéticos e funcionais.

   Apresentado:

   ► no XLVII Congresso Português de Oftalmologia,

       em Viseu, Dezembro de 2004.

   ► no XLVIII Congresso Português de Oftalmologia,

       em Cascais, Dezembro de 2005.

   ► no Congresso Mundial de Oftalmologia,

       em S. Paulo, Janeiro de 2006.

 

IOL MIX

B. Feijóo, I. Prieto, J. Cabral, M. Ferreira, A. Souza e Silvo, F. Esperancinha

   Apresentado:

   ► no XLVIII Congresso Português de Oftalmologia,

       em Cascais, Dezembro de 2005,

   ► no III Congreso ALACCSA del Cono Sur,

       em Buenos Aires, Setembro de 2006.

 

Aqualase e Acrysof ReSTOR na abordagem de cataratas em crianças

I. Prieto, J. Cabral, S. Pinto, B. Feijóo, M. Ferreira, S. Teixeira

   Apresentado:

   ► no XLVIII Congresso Português de Oftalmologia,

       em Cascais, Dezembro de 2005,

       onde foi vencedor da 1ª Menção Honrosa SPO – Melhor vídeo,

   ► no III Congreso ALACCSA del Cono Sur,

       em Buenos Aires, Setembro de 2006.

 

Zorro – nem todos os erroz são irreversíveis

Mara Ferreira, J. Cabral, B. Feijóo, A. Souza e Silva, F. Esperancinha, I. Prieto

   Apresentado no XLIX Congresso Português de Oftalmologia,

   em Évora, Dezembro de 2006.

   

Abordagem cirúrgica de grandes subluxações do cristalino em doentes jovens

Bernardo Feijóo, João Cabral, Mara Ferreira, Nuno Amaral, Jesus Ocaña, Isabel Prieto

   Apresentado no XLIX Congresso Português de Oftalmologia,

   em Évora, Dezembro de 2006,

   onde foi vencedor do Prémio SPO – Melhor vídeo.

  

História de um quisto

João Cabral, Mara Ferreira, Bernardo Feijóo, Sara Carrasquinho,

Peter Pego, Gonçalo Almeida, Isabel Prieto

Resumo:

Os tumores quísticos da órbita na infância são raros. Se bem que o diagnóstico clínico e imagiológico possa ser relativamente fácil, o momento ideal para o seu tratamento pode ser controverso, dependendo de muitos factores, entre os quais a localização, a dimensão e a repercussão no sistema visual.

Neste trabalho, ilustra-se a história de um quisto congénito da órbita, diagnosticado desde muito cedo, mas que por vários motivos, só foi operado aos 13 anos. Apesar da localização inicial ser no vértice da órbita e de ser já de grandes dimensões, foi feita a excisão por via anterior (transconjuntival). O pós-operatório decorreu sem problemas, com melhoria significativa da acuidade visual, apesar de manter alguma limitação dos movimentos oculares. O resultado anátomo-patológico revelou tratar-se de um teratoma benigno da órbita, e encontraram-se tecidos provenientes das três camadas embrionárias.

   Apresentado no XLIX Congresso Português de Oftalmologia,

   em Évora, Dezembro de 2006.

   

Excisão de tumor gigante da órbita por via anterior

João Cabral, Bernardo Feijóo, Jesus Ocaña, Mara Ferreira, Nuno Amaral, Isabel Prieto

Resumo:

Desde há muitos anos que é conhecida a orbitotomia lateral para a excisão de tumores da glândula lacrimal. Recentemente têm-se descrito várias vias anteriores de acesso à órbita, sem necessidade de remoção das paredes ósseas.

Neste trabalho ilustra-se o caso de um adenoma pleomórfico da glândula lacrimal, diagnosticado quando ainda pequeno, que foi crescendo lentamente, e que por estar numa órbita com um olho com baixa visão, nunca foi implementada a sua excisão. O quadro mudou quando começaram a surgir as luxações do globo ocular, que por serem muito dolorosas, motivaram uma cirurgia com relativa urgência. Apesar das grandes dimensões e de estar próximo do vértice da órbita, foi feita a excisão por via anterior (transpalbebral). O pós-operatório decorreu sem problemas, com desaparecimento da proptose e das dores.

   Apresentado no XLIX Congresso Português de Oftalmologia,

   em Évora, Dezembro de 2006.

  

● Retinoblastoma. Quando o tempo faz a diferença

Peter Pêgo, Bernardo Feijóo, Sara Carrasquinho, Diogo Cavalheiro, João Cabral, Susana Teixeira

   Apresentado no 50º Congresso Português de Oftalmologia,

   no Porto, Dezembro de 2007.

 

Lesões pigmentadas da conjuntiva – diagnóstico diferencial

João Cabral, Mara Ferreira, José A Laranjeira, Peter Pêgo, Gonçalo Almeida, Diogo Cavalheiro

Resumo:

Introdução: Quando nos deparamos com uma lesão pigmentada da conjuntiva, a principal atitude a tomar é fazer o diagnóstico diferencial entre lesão benigna e lesão maligna, pois a nossa actuação vai ser muito diferente.

Objectivos: Este trabalho pretende ilustrar em video diferentes lesões pigmentadas da conjuntiva e os meios empregues para o seu diagnóstico diferencial.

Material e métodos: Observação e seguimento de vários doentes com lesões pigmentadas da conjuntiva, desde os simples nevos, as melanoses primárias adquiridas e vários melanomas, bem como outras lesões pigmentadas que simulam tumores melanocíticos.

Resultados e conclusões: Apesar da grande maioria das lesões pigmentadas da conjuntiva serem benignas, temos de as vigiar com regularidade, pois podem transformar-se em malignas. Sempre que se tratam de lesões mais suspeitas a vigilância deve ser mais apertada, e quando parece não haver dúvida de se tratar de uma lesão maligna, deve proceder-se ao tratamento o mais cedo possível.

   Apresentado no 51º Congresso Português de Oftalmologia,

   no Porto, Dezembro de 2008.

 

Lesões pigmentadas da conjuntiva – tratamento e resultados

João Cabral, Mara Ferreira, José A Laranjeira, André Gonçalves, Samuel Alves, Filipe Silva

Resumo:

Introdução: Quando nos deparamos com uma lesão pigmentada da conjuntiva, a principal atitude a tomar é fazer o diagnóstico diferencial entre lesão benigna e lesão maligna, pois a nossa actuação vai ser muito diferente.

Objectivos: Este trabalho pretende descrever em video vários modos de tratamento de diferentes lesões pigmentadas da conjuntiva, e os seus resultados.

Material e métodos: Tratamento de vários doentes com lesões pigmentadas da conjuntiva, desde os simples nevos, as melanoses primárias adquiridas e vários melanomas, bem como outras lesões pigmentadas que simulam tumores melanocíticos.

Resultados e conclusões: Apesar da grande maioria das lesões pigmentadas da conjuntiva serem benignas, temos de as vigiar com regularidade, pois podem transformar-se em malignas. Sempre que se tratam de lesões mais suspeitas a vigilância deve ser mais apertada, e quando parece não haver dúvida de se tratar de uma lesão maligna, deve proceder-se ao tratamento o mais cedo possível.

   Apresentado no 51º Congresso Português de Oftalmologia,

   no Porto, Dezembro de 2008.

 

Orbitotomias anteriores

João Cabral, Mara Ferreira, José A Laranjeira, Gonçalo Almeida, André Gonçalves, Samuel Alves

Resumo:

Introdução: A cirurgia da órbita teve uma grande evolução nos últimos anos, ao possibilitar muitos tipos de intervenções por via anterior, dispensando muitas vezes a clássica abordagem lateral, com a necessária osteotomia.

Material e métodos: Apresentação em vídeo de várias lesões orbitárias resolvidas por uma orbitotomia anterior, sem necessidade de osteotomia.

Conclusões: Com o conhecimento profundo da anatomia da órbita, com o estudo detalhado dos exames imagiológicos de cada uma das lesões e com o reconhecimento das várias estruturas orbitárias com o auxílio do microscópio, é possível a realização de grandes cirurgias por uma via de abordagem anterior.

   Apresentado no 51º Congresso Português de Oftalmologia,

   no Porto, Dezembro de 2008,

   onde foi vencedor do Prémio SPO – Melhor vídeo.

 

Enxerto tarso-conjuntival para reparação de grandes defeitos palpebrais

João Cabral, Mara Ferreira, José A Laranjeira, Peter Pêgo, Diogo Cavalheiro, Filipe Silva

Resumo:

Introdução: Para a correcção dos grandes defeitos palpebrais, podemos usar, entre outros, retalhos de rotação semi-circular de Tenzel, ou a técnica de Hughes modificada, quando não há pele suficiente para a reconstrução da lamela anterior. Quando podemos dispor de retalhos miocutâneos da vizinhança, podemos usar o enxerto livre tarso-conjuntival para reconstrução da lamela posterior.

Material e métodos: Descrever a técnica em video e apresentar os resultados de 4 doentes com lesões extensas da pálpebra inferior, corrigidas com retalhos livres tarso-conjuntivais autólogos colhidos na pálpebra superior homolateral para reconstrução da lamela posterior.

Resultados: Obteve-se em todos os casos uma boa reconstrução anatómica, acompanhada de boa qualidade funcional.

Conclusões: A técnica de reparação usando enxerto livre tarso-conjuntival é uma alternativa às técnicas clássicas é simples e eficaz, sem morbilidade significativa e permitindo boa reconstrução anatómica e funcional das duas lamelas palpebrais.

   Apresentado no 51º Congresso Português de Oftalmologia,

   no Porto, Dezembro de 2008.

 

● “Técnica de bolso”

Isabel Prieto, Bernardo Feijóo, João Cabral, Peter Pêgo, André Gonçalves, Diogo Cavalheiro

   Apresentado no 51º Congresso Português de Oftalmologia,

   no Porto, Dezembro de 2008.

 

Enucleação por estafiloma anterior traumático de longa evolução

       Ana Rita Azevedo, Samuel Alves, Diogo Cavalheiro, Gonçalo Almeida,

       Mara Ferreira, João Cabral, Filomena Silva

   Apresentado no 52º Congresso Português de Oftalmologia,

   em Vilamoura, Dezembro de 2009.

 

● Carcinoma Pavimento-Celular da conjuntiva - o que é

João Cabral, Mara Ferreira, José A Laranjeira, Gonçalo Almeida, André Gonçalves, Diogo Cavalheiro

Resumo:

Introdução: O Carcinoma Pavimento-Celular (CPC) da conjuntiva é o tumor maligno mais frequente da conjuntiva. A maior parte deriva de lesões pré-malignas (queratose actínica, CIN) da área interpalpebral da conjuntiva limbar. Se não são detectados e tratados a tempo, têm tendência a invadir a restante conjuntiva, córnea, globo ocular, e a estender-se para a órbita. O seu diagnóstico clínico pode ser difícil de fazer, e frequentemente exige a realização de uma biopsia.

Material e métodos: São apresentados vários casos de CPC da conjuntiva, e suas lesões prévias, os vários passos efectuados para chegar a um diagnóstico precoce, para conseguir um tratamento eficaz. São também apresentados casos em que não foi feito um diagnóstico e tratamento atempado, bem como os problemas que levantam.

Conclusões: Os autores alertam para a necessidade de um diagnóstico precoce neste tipo de tumores, realizado através de uma biopsia generosa, se possível excisional, e salientam a atitude agressiva que se deve ter quando estes tumores deixam de ser puramente intra-epiteliais, e passam a ser invasivos.

   Apresentado no 52º Congresso Português de Oftalmologia,

   em Vilamoura, Dezembro de 2009.

 

● Carcinoma Pavimento-Celular da conjuntiva - possibilidades terapêuticas

João Cabral, Mara Ferreira, José A Laranjeira, André Gonçalves, Samuel Alves, Filipe Silva

Resumo:

Introdução: O Carcinoma Pavimento-Celular (CPC) da conjuntiva é o tumor maligno mais frequente da conjuntiva. A maior parte deriva de lesões pré-malignas (queratose actínica, CIN) da área interpalpebral da conjuntiva limbar. Se não são detectados e tratados a tempo, têm tendência a invadir a restante conjuntiva, córnea, globo ocular, e a estender-se para a órbita.

Material e métodos: São apresentados vários casos de CPC da conjuntiva, as suas lesões prévias, e as várias possibilidades de tratamento (excisão, com ou sem crioterapia adjuvante, tratamento tópico e radioterapia). São também apresentados casos em que não foi feito um diagnóstico e tratamento atempado, bem como os problemas que levantam.

Conclusões: Os autores alertam para a necessidade de um diagnóstico precoce neste tipo de tumores, realizado através de uma biopsia generosa, se possível excisional, e salientam a atitude agressiva que se deve ter quando estes tumores deixam de ser puramente intra-epiteliais, e passam a ser invasivos.

   Apresentado no 52º Congresso Português de Oftalmologia,

   em Vilamoura, Dezembro de 2009.

 

● Tratamento do hemangioma infantil: o que há de novo

       Ana Rita Azevedo, Diogo Cavalheiro, Samuel Alves, Susana Pina,

        André Gonçalves, Filomena Silva, João Cabral, Susana Teixeira

   Apresentado no 53º Congresso Português de Oftalmologia,

   em Vilamoura, Dezembro de 2010.

 

Evisceração: uma técnica para evitar a extrusão

       André Gonçalves, Diogo Cavalheiro, Filipe Silva, Mara Ferreira, Fernando T Vaz, João Cabral

   Apresentado no 53º Congresso Português de Oftalmologia,

   em Vilamoura, Dezembro de 2010.

 

Dacryocystorhinostomy – Drill technique

Mário Ramalho, Inês Coutinho, Catarina Pedrosa, Susana Pina,

Fernando Vaz, Mara Ferreira, João Cabral

    Apresentado no 32nd European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery Annual Meeting,

    em Barcelona, Setembro de 2013.

 

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